Deitado na cama, Henri permanecia desperto, incapaz de tirar os olhos de Catarina. A luz que entrava pela janela desenhava sombras delicadas sobre o rosto dela, e ele a observava como quem contemplava algo raro, precioso.
Ela dormia tranquila, com o semblante sereno, seus lábios estavam entreabertos em um leve suspiro. Parecia um anjo, o mesmo anjo que ele havia perdido e que, por alguma razão divina, agora repousava ao seu lado.
Estendendo a mão devagar, com medo de despertá-la, afastou uma me