Uma médica jovem, de jaleco branco e expressão serena, entrou com uma prancheta nas mãos. Ela olhou para Luana com empatia e, em seguida, voltou-se para Marta, que ainda chorava baixinho, sentada ao lado da cama, segurando a mão da filha.
— A senhora é a mãe dela? — perguntou com a voz suave.
— Sim, eu me chamo Marta Passos. — respondeu, enxugando as lágrimas apressadamente, tentando recuperar alguma compostura.
— Dona Marta, sou a doutora Sabrina, responsável por acompanhar o quadro da Luana d