Na manhã seguinte, Catarina se arrumou e se despediu dos tios e da pequena prima, que já estava bem em casa. Com um sorriso que tentava transmitir confiança, saiu, embora por dentro estivesse nervosa, não apenas por ser seu primeiro dia de trabalho, mas também pela possibilidade de cruzar com Henri em algum momento do dia.
“Será que ele vai ficar muito tempo na cidade?”, perguntava-se enquanto caminhava pelas calçadas. Ainda que não quisesse vê-lo novamente, a simples ideia de que ele pudesse i