POV CARUÃ
A nuca formigou antes de eu entender por quê.
Larguei a caneta em cima da prancha.
Duas e quinze da madrugada.
A casa de comando estava silenciosa. Lá fora, o Rio Negro corria escuro e as copas das samaúmas mal se mexiam.
As escalas de patrulha da margem leste estavam espalhadas pela mesa. Três folhas riscadas.
E eu ainda não tinha decidido porra nenhuma.
Devia estar terminando aquilo.
Araken ia cobrar de manhã.
A fronteira do Solimões cheirava problema fazia uma semana, e o Consel