CAPÍTULO 27 — A VARANDA

POV CARUÃ

A nuca formigou antes de eu entender por quê.

Larguei a caneta em cima da prancha.

Duas e quinze da madrugada.

A casa de comando estava silenciosa. Lá fora, o Rio Negro corria escuro e as copas das samaúmas mal se mexiam.

As escalas de patrulha da margem leste estavam espalhadas pela mesa. Três folhas riscadas.

E eu ainda não tinha decidido porra nenhuma.

Devia estar terminando aquilo.

Araken ia cobrar de manhã.

A fronteira do Solimões cheirava problema fazia uma semana, e o Consel
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