Às 20h em ponto, como um relógio suíço, bateram na porta.
Malu parou. Congelou.
Por um segundo, pensou seriamente em fingir que não estava ali, mas suas pernas se moveram sozinhas até a porta.
Ela respirou fundo e abriu a porta tentando manter a expressão neutra, mesmo que o coração estivesse dançando lambada dentro do peito.
E lá estava Cassio.
Parado na porta, camisa branca dobrada nos antebraços, cabelo impecável, duas taças penduradas pelos dedos e uma garrafa de champanhe francês