336 - Um ano... novo
O acesso ao telhado foi mais simples do que Francine imaginava.
Nada de tapetes vermelhos, portas escondidas ou seguranças de terno.
Apenas uma porta metálica discreta no fim de um corredor pouco iluminado, o rangido suave da maçaneta sendo girada e, logo em seguida, o vento frio batendo no rosto como um aviso claro de que eles estavam muito mais altos do que deveriam.
Assim que saíram, a cidade se abriu diante deles.
Nova York parecia outra dali de cima.
Menos barulhenta, menos agressiva.
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