Cássio chegou em casa e largou as chaves sobre a mesa de madeira da entrada.
O som ecoou baixo pelo apartamento silencioso.
Enquanto soltava a gravata e tirava o paletó com movimentos automáticos, chamou:
— Malu?
Nenhuma resposta.
Ele franziu o cenho, caminhou pelo corredor e empurrou a porta do quarto com cuidado, mas ainda assim, um pouco apressado.
— Malu, você…
— Shhhhhhh… — Malu levou o dedo aos lábios, pedindo silêncio, os olhos atentos.
Cássio parou imediatamente.
A luz suave que atraves