O elevador ainda nem tinha terminado de abrir por completo quando Cassio inclinou levemente a cabeça, analisando Malu como quem acaba de encontrar uma coincidência boa demais para desperdiçar.
O sorriso dele veio lento, travesso, com aquela confiança irritante que parecia vir instalada de fábrica.
— Está me seguindo? — ele provocou, inclinando levemente a cabeça, como quem saboreia a pergunta.
Malu arfou, indignada.
— Claro que não! — Malu rebateu na hora. — Você é que tá! O que você tá fazendo