Enquanto isso, no barco, o convés ficou silencioso.
Dorian entrelaçou os dedos nos de Francine.
— Pronta? — ele perguntou.
Ela sorriu.
— Pra você? Sempre.
Ele a puxou para mais perto, plantou um beijo demorado em sua têmpora e murmurou:
— Saint-Tropez nos espera.
Eles desceram pela passarela iluminada que conectava o barco ao cais, passando por um pequeno grupo de funcionários que os aguardava.
Um carro preto já estava estacionado ali, motor ligado, pronto para levá-los.
O carro avançou pelas ruas noturnas de Paris até um pequeno aeroporto particular.
Em poucos minutos, eles estavam diante do jatinho que aguardava silencioso na pista, a escada iluminada por luzes suaves.
— Você fretou um jato só pra gente? — Francine perguntou, arqueando a sobrancelha com um sorriso malicioso.
— Meu amor… — ele segurou a cintura dela. — Depois de tudo que vivemos, você acha mesmo que eu ia te levar pra lua de mel em voo comercial?
Francine gargalhou, e o som ecoou pelo vento frio da noite.
— Ok, Ville