Enquanto isso, no barco, o convés ficou silencioso.
Dorian entrelaçou os dedos nos de Francine.
— Pronta? — ele perguntou.
Ela sorriu.
— Pra você? Sempre.
Ele a puxou para mais perto, plantou um beijo demorado em sua têmpora e murmurou:
— Saint-Tropez nos espera.
Eles desceram pela passarela iluminada que conectava o barco ao cais, passando por um pequeno grupo de funcionários que os aguardava.
Um carro preto já estava estacionado ali, motor ligado, pronto para levá-los.
O carro avançou pelas r