— Minha noivaaa! — Malu cantou, abraçando Francine com a força de quem tinha bebido mais champanhe do que pretendia. — Você estava perfeita. Per-fei-ta. Eu tô tão orgulhosa que nem sei como meu coração não explodiu.
Francine riu e a segurou pelos ombros, só por precaução.
Cassio se aproximou um passo atrás, com a mão já posicionada meio que no reflexo na lombar dela, pronto para salvar qualquer tropeço iminente.
— Ela tá ótima — ele afirmou à Francine, num tom que misturava paciência, carinho e um leve desespero. — Eu vou escoltar essa criatura em segurança até o hotel. Palavra de honra.
Malu estreitou os olhos para ele, balançando o dedo como quem tenta mirar num inimigo imaginário:
— Eu não sei se tô 100% segura com o Cassio… — disse, com a voz arrastada. — Ele tem cara de vilão.
Francine colocou a mão na cintura e respondeu na lata:
— Amiga, sinceramente? Eu tô mais preocupada se o Cassio tá 100% seguro perto de você desse jeito.
Cassio levantou a mão imediatamente.
— Obrigado. Alg