O carro avançava pela estrada molhada, os faróis cortando a escuridão enquanto a chuva engrossava a cada segundo.
O som dos pneus deslizando no asfalto molhado misturava-se ao ritmo acelerado da respiração de Camila — curta, irregular, cheia de dor.
Ricardo apertava o volante com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. Ele tentava manter o controle do carro, do coração e da realidade que parecia escorrer pelos dedos.
— Caio, vê no GPS! Cadê o hospital? — ele gritou.
Caio mexia freneti