Capítulo 9

No horário combinado, Eliza estava lá.

No Porto, sozinha. Sem nenhum segurança, sem sua assistente. Apenas ela e isso dizia muito mais do que qualquer discurso.

Usava um sobretudo branco que ia até os joelhos, deixando apenas as pernas à mostra. Saltos prateados brilhavam sob a luz dos postes, e por um segundo eu perdi o fôlego. Mesmo coberta, ela irradiava algo que nenhuma mulher jamais teve: presença.

Me aproximei devagar, temendo que qualquer movimento impensado a fizesse virar as costas.

Se
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