Na manhã seguinte, acordei com a mão latejando. A dor era constante, incômoda, lembrando-me a cada segundo da noite anterior. O corte havia sido profundo demais para algo simples, precisei levar pontos. O curativo envolvia minha pele de forma firme, limitando meus movimentos, e a cada vez que eu tentava flexionar os dedos, era como se a ferida se abrisse novamente.
Sophie já estava de pé, andando de um lado para o outro no quarto do hotel, organizando papéis e atendendo telefonemas. Olhava para