Na manhã seguinte, acordei com o corpo quente da Eliza envolto no meu. Seus cabelos escuros espalhados pelo travesseiro, macios contra minha pele, e uma serenidade rara descansando em seu rosto. Por um instante, o mundo pareceu suspenso.
Ela respirava calma, e cada movimento do peito dela, subindo e descendo devagar, me fazia acreditar que talvez… talvez ainda houvesse paz para nós. Toquei de leve uma mecha solta que caía sobre seu rosto, afastando-a com cuidado para não despertá-la. Era nesses