— Meu Deus, Sophie… o Nathan está desconfiando de mim. — murmurei assim que ela entrou no meu quarto mais tarde, fechando a porta atrás de si.
Ela arregalou os olhos, mas logo assumiu aquela postura firme que sempre tinha comigo, a de alguém que precisava ser meu porto seguro quando o chão parecia ceder.
— Respire, Liza. Okay? — disse, erguendo as mãos como se quisesse me ancorar no momento. — Calma. Me conte o que aconteceu.
Comecei a andar de um lado para o outro, os braços cruzados contra o