Na manhã seguinte, acordei entrelaçada ao Nathan, o corpo dele colado ao meu, o calor da pele dele me envolvendo como se fosse a continuação natural dos lençóis. Por alguns segundos, deixei que aquela sensação me dominasse conforto, aconchego e quase… quase uma felicidade genuína. Uma felicidade que eu já não lembrava como era.
Mas logo a consciência pesou. Eu não podia me dar ao luxo de acreditar nisso. Lembrei de quem eu era, do que estava em jogo, e a realidade voltou como uma maré fria.