A mansão estava mergulhada em silêncio quando subi as escadas naquela noite. As luzes do corredor estavam apagadas, exceto pela claridade suave que escapava por baixo da porta do quarto de Gabriel. Meu coração batia tão alto que parecia ecoar pelos degraus. Eu não sabia ao certo o que me movia se era orgulho, desespero ou a última centelha de esperança. Só sabia que não suportava mais ser uma estranha dentro da minha própria casa.
Parei diante da porta fechada e hesitei, com o coração acelerad