Kabir entra no quarto com os mesmos aparatos esterilizados que eu, mas seus passos são apressados, quase desesperados. Ele corre até Niyati como se pudesse arrancá-la daquele leito só com o toque das mãos. Vejo o homem desabar. Ele, que é tão forte em tantos momentos, agora está rendido ao se deparar com sua pequena Maharani sedada, pálida, intubada. Ele se ajoelha, beija cada um dos dedinhos dela como se fossem relíquias sagradas, e murmura preces aos deuses entre soluços mal contidos.
O silên