Ao entrar na sala isolada onde minha filha repousa, o alívio me domina de forma avassaladora, e não consigo conter as lágrimas que escorrem copiosamente. Mesmo intubada, frágil e minúscula naquela cama hospitalar, o calor tênue de sua pele contra a minha mão me diz que ela está viva. Minha Niyati está aqui, respirando, e isso basta para que meu coração se acalme, ainda que por instantes.
Seu rosto está pálido, quase translúcido, e há uma teia de tubos conectados às agulhas em seus braços delicad