Três meses haviam se passado desde o nascimento do pequeno Benjamin. A mansão agora exalava vida e novos sons. Choros, risadas infantis, passos apressados pelos corredores. Era um lar com cheiro de bebê, com lençóis lavados ao sol, brinquedos espalhados e mamadeiras esquecidas em cima da mesa da sala.
Amélia e Laís viviam entre fraldas, amamentação e noites mal dormidas, mas seus corações estavam cheios. A maternidade as transformara. Haviam perdido o medo de amar profundamente. Tinham motivos