A manhã de sexta-feira na suíte de luxo do Guarujá não trouxe alívio. O sol que entrava pela varanda parecia pálido, e o som do mar, que um dia fora calmante, agora soava como a respiração de um monstro adormecido. Ninguém dormira. A imagem do homem desaparecendo na escuridão do oceano e o eco de sua queda estavam gravados na mente de todos. Eles haviam enviado a mensagem anônima, a sua pequena bomba de áudio, para os sócios de Fournier. Agora, só lhes restava esperar pelas ondas de choque.
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