O retorno ao pequeno apartamento no centro da cidade foi surreal. Do lado de fora, São Paulo rugia, uma besta de concreto e luz que nunca dormia. Do lado de dentro, o silêncio era preenchido por três respirações e o peso do que haviam acabado de fazer.
Lara abriu a porta, e o alívio em seu rosto ao ver que estavam de volta, inteiros, foi palpável. Ela abraçou Marina com força, um abraço que dizia tudo o que as palavras não conseguiam.
— Você conseguiu. Meu Deus, Mari, você conseguiu — sussurrou