A clínica veterinária de Alves não ficava em uma avenida movimentada, mas em uma rua residencial tranquila na Zona Oeste, disfarçada entre casas com jardins e muros baixos. Chamava-se “Clínica Vira-Lata”, e a placa na frente era um desenho simpático de um cachorro e um gato. Era o último lugar no mundo onde alguém procuraria por um ninho de assassinos e reféns. Era, em outras palavras, perfeito.
Marina ligou para o amigo de dentro do carro, a voz um sussurro urgente. Segundos depois, a porta de