O silêncio que se seguiu à queda de Kael foi mais pesado do que qualquer som de luta. Durou apenas alguns segundos, preenchido pelo som de três respirações ofegantes e o assobio do vento nos vãos do prédio. Gabriel estava encostado em um pilar, o ombro esquerdo latejando com uma dor que irradiava por todo o seu corpo. Marina estava encolhida perto do pilar onde fora amarrada, o rosto pálido, os olhos fixos no corpo inerte do homem que a aterrorizara.
Gabriel foi o primeiro a se mover. A dor era