Quando o passado volta com o gosto do ferro e da vingança.
A madrugada estava pesada, o ar denso, o mar das Maldivas respirava lento — como se até o oceano pressentisse o que estava por vir.
O silêncio se partiu com o som de passos sobre a passarela de madeira. Vittório Bianchi avançava, suado, o paletó colado ao corpo, o olhar embriagado de ódio.
Atrás dele, Fabri o seguia como sombra fiel — ou cão prestes a morrer.
Do outro lado, Amaro Cassani, de roupãode seda, firme, com o corpo marcado por