Onde cada palavra é faca e cada silêncio é pólvora
DR. CARVALHO BORGES
Amaro riu curto, cruel.
— A diferença, vadia, é que essa eu fui buscar. Deu trabalho conquistar. E essa eu quero. Você não serve nem pra gozar por tédio.
O rosto de Isabella ficou rubro. Vittório se inclinou, olhando para Amaro com sorriso sujo:
— Hum… me deu tesão, amigo. Então essa aí é boa? Talvez eu deva cobrar o mesmo preço.
Amaro recostou na cadeira, a voz cortando gelo:
— Tenta. E você fica sem pau. Toca no que é meu,