A luz do sol entrava tímida pelas frestas da janela, e o canto dos pássaros parecia anunciar um novo começo.
Demorei alguns segundos para entender onde estava.
Quando abri os olhos, vi Antônio dormindo ao meu lado, com Artur aninhado sobre o peito dele.
Aquela imagem me fez sorrir.
Os dois respiravam juntos, no mesmo ritmo, tão parecidos que era impossível não se emocionar.
Por um instante, me limitei a observar — o homem e o menino que, de alguma forma, mudaram completamente o rumo da