O sol já se punha atrás das colinas, tingindo o céu com tons de cobre e lavanda. O rancho estava sereno, como se o tempo tivesse aprendido a caminhar devagar ali.
As árvores cresceram, a casa ganhou novos cômodos e a varanda agora era o lugar preferido de quem quisesse ver o dia se despedir.
Aurora estava sentada na velha cadeira de balanço, com um livro aberto no colo que ela nem lia mais. O vento brincava com algumas mechas soltas do cabelo, e o som distante das risadas de Artur, agora com o