O pai dela havia chegado há pouco. Cumprimentou-me por pura educação — estava claro que não queria ver minha cara nunca mais. De vez em quando, eu via dona Helena lhe dar pequenas cotoveladas, como se dissesse para ele se comportar. Ana e Lucas tinham ido para casa; por agora, não havia mais o que fazer, e o horário de visita ao bebê ainda demoraria.
Lembrei do meu compromisso. A qualquer momento eu teria de ligar e explicar o inexplicável: que não poderia mais ir para Nova York.
Fiquei ensai