Subi para o meu quarto devagar, o calor do jantar e a lembrança do rio ainda queimando na pele. Fechei a porta e me encostei nela, tentando organizar os pensamentos, mas eles se recusavam a se acalmar.
Olhei para a janela, a noite escura envolvendo o rancho, e comecei a me perguntar sobre ele… sobre nós. Será que aquilo que ele fazia, o jeito como se continha, eram limites que ele impunha por causa da diferença entre nós? Por causa da minha simplicidade e da vida que ele leva na capital, com r