Os dias seguintes correram como um sopro. Entre relatórios, rotinas no campo e o vai e vem dos funcionários, havia sempre um espaço que só nós dois conhecíamos — um olhar cruzado na distância, um toque rápido ao passar pelo mesmo corredor, um silêncio cúmplice que dizia mais do que qualquer palavra.
Não dissemos nada a ninguém, mas dentro de nós sabíamos: algo já havia se firmado. Não era apenas desejo ou acaso. Era uma promessa, um acordo silencioso que nos unia ainda mais.
Mamãe, porém, não