Capítulo 57 – Sem respostas

O tempo de chuva parecia ter vindo com força, e embora estivéssemos acostumados com essa época, ainda era preocupante. O projeto com as hortaliças estava protegido pela estufa, mas, mesmo assim, não consegui deixar de pensar nas possíveis consequências. Com os animais, eu estava mais tranquila; sabia que estavam seguros. Ainda assim, me peguei lembrando daquele sujeito e me perguntei se havia chegado bem à pousada depois da praga que roguei nele. A lembrança da minha fala infantil me arrancou um riso involuntário.

A noite passou, e logo a manhã chegou trazendo trabalho. Levantei-me cedo, me arrumei e, claro, coloquei meu chapéu, que tanto me fez falta durante a semana em que fiquei na casa de Ana. Eu estava com as energias renovadas. Preparei e tomei meu café, e segui para o consultório — que também servia como meu escritório. Nunca usei a sala do meu pai para tratar dos meus assuntos.

Percebi que todos já estavam de pé no rancho, ocupados em suas tarefas. Ao sair, vi os rastros da
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