Mesmo no quarto que Adrian havia lhe dado, um espaço mais afastado da tensão do grande salão, Eyla sentia o peso das expectativas sobre seus ombros. As velas projetavam sombras dançantes nas paredes de pedra, e o fogo na lareira crepitava suavemente, mas nem mesmo o calor era suficiente para dissipar o frio em sua pele.
Adrian estava de costas para ela, encostado na janela aberta, seu olhar perdido na vastidão da floresta. Ele tamborilava os dedos no parapeito de madeira, um sinal de inquietaçã