Depois de ter deixado a Jade no banheiro, me tranquei em meu quarto ainda carregando o peso de suas palavras. Parte de mim ainda não queria acreditar, a outra parte já sabia a verdade, mesmo que relutasse em aceitá-la.
Gabriel…
Esse nome ecoava em minha cabeça. Meu irmão. Sangue do meu sangue. E ainda assim, capaz de algo tão sujo, tão cruel.
Me sentei na beira da cama, as mãos entrelaçadas, os cotovelos nos joelhos. Passei horas ali, em silêncio, lutando contra a raiva, a decepção e a culpa.
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