Chego ao refeitório ainda meio trêmula. O cheiro do café, o som das bandejas, as conversas paralelas… tudo parece distante. Meus passos são automáticos. Só quero respirar. Só quero tentar organizar a avalanche dentro de mim.
É quando vejo Ayla, sentada na mesa de sempre, mexendo no celular. Ela me encara por cima da xícara de café e arregala os olhos assim que me vê.
— Meu Deus, Jade… que cara é essa? — pergunta, largando o celular.
Me sento rápido, os dedos ainda tremendo levemente sobre a me