Acordo devagar, sentindo o lençol quente contra minha pele. Estico a mão sonolenta ao lado, esperando encontrar o calor do corpo de Samuel ainda ali, mas toco apenas o vazio. Meus dedos deslizam por onde ele estava, o colchão já frio.
Meu corpo desperta de vez com esse pequeno detalhe.
Me sento depressa, varrendo o quarto com os olhos. A poltrona no canto está vazia. Nenhum som de água no banheiro. O celular dele também não está em lugar nenhum, a mesinha de cabeceira está completamente limpa