Bato duas vezes na porta do quarto dela. O sol ainda nem aqueceu direito a casa, mas eu já estou pronto pra sair. Ouço passos arrastados. A maçaneta gira e então… ela abre. A respiração me trava no peito.
Jade está ali. De pé. Com o cabelo bagunçado de quem acabou de acordar e... só de calcinha e sutiã de renda branca, bem pequenos, quase inexistentes. O contraste com a pele dela é quase poético. Peitos firmes, cheios. O frio do quarto acentuando tudo que não consigo — ou não devo — olhar.
Sin