A areia quente sob meus pés me dá aquela sensação gostosa de liberdade. O sol está forte, mas o vento vindo do mar suaviza tudo. Rigel vai correndo na frente, com o baldinho azul na mão e o chapéu quase caindo de tanto que pula.
— Devagar, filho! — grito, já rindo, mas ele nem escuta. A alegria é maior que qualquer advertência.
Samuel fecha o porta-malas e pega a bolsa térmica como se fosse a coisa mais leve do mundo. Dona Helena ajeita a canga no braço e caminha com a cadeira apoiada no ombr