Depois do choque.
Depois do choro.
Depois da culpa, da náusea, da dor que rasgava de dentro…
Veio a raiva.
Não era uma raiva qualquer.
Era um ódio que me queimava viva por dentro.
Era sede de sangue.
Eu queria matar o Lucas.
Com as minhas próprias mãos.
— Isa, espera! — Gabi tentou me puxar.
— Isabela, não faz isso! — Eric correu atrás.
Mas era tarde demais.
Saí correndo da praça como um furacão desgovernado. Nem vi quem eu empurrei no caminho. As pessoas gritavam meu nome, tentavam segur