O dia da minha liberdade finalmente chegou.
Mas não parecia real.
Não quando você carrega o peso de meses enjaulado, comendo ódio no café da manhã e dormindo abraçado com a revolta. A cela parecia menor do que nunca. O ar, mais pesado. Era como se as paredes soubessem que eu estava prestes a deixá-las, e me odiavam por isso.
A porta se abriu devagar. Meu advogado entrou com a mesma postura de sempre, mas os olhos... os olhos entregavam tudo.
Tinha merda vindo. Ou milagre.
— Playboy... — ele c