Um mês depois...
Fazia um mês que eu e o Pardal estávamos livres daquele inferno. E mesmo assim, ainda parecia que eu estava lá. Ainda escutava os gritos na minha cabeça quando tentava dormir, ainda acordava no susto achando que estava cercado. Mas agora eu acordava com outra coisa: choro de bebê.
Eu estava na boca principal resolvendo uns corres. Nego Rato tinha segurado bem a bronca, organizando as vendas, mantendo a rapaziada na linha. Eu estava orgulhoso. Pela primeira vez na vida, eu est