Eu ainda estava sentada no chão da sala, cercada por aquele mar de dinheiro espalhado. O tapete já nem aparecia mais, só pilhas e mais pilhas de notas, algumas presas com elásticos, outras soltas, como se tivessem explodido ali. Era surreal. Era pesado. Era o império do Playboy desmontado diante dos meus olhos. E agora, tudo isso era responsabilidade minha.
A campainha tocou. Meus músculos travaram. Por um segundo, o pânico subiu pela garganta, será que tinham descoberto? Será que alguém sabia