Os dias passaram no ritmo frenético que a rua exige. Quando dei por mim, o baile do Chapadão já estava batendo na porta, e esse não era qualquer evento. Era o aniversário do dono, um cara que não sorria fácil, mas cuja palavra valia mais do que assinatura em contrato. Um parceiro antigo, daqueles que sabem jogar o jogo sem deixar rastros. O tipo de noite onde alianças se firmam com um olhar, onde uma troca de aperto de mão pode selar guerra ou paz. Eu não podia faltar.
Dessa vez, resolvi levar