No dia seguinte, Evelyn acordou antes do sol. O céu ainda estava tingido de um azul profundo, e o silêncio da casa parecia sagrado. Ela se levantou devagar, vestiu o robe que Lucas deixara dobrado aos pés da cama e caminhou até a varanda. Ali, a manhã começava a nascer devagar, com a névoa pairando sobre as árvores e o som distante de algum pássaro que já saudava o novo dia.
Sentou-se com uma caneca de chá quente entre as mãos, tentando organizar os pensamentos. Era curioso como, mesmo em paz,