No dia seguinte, Evelyn acordou com a luz suave da manhã filtrando pelas frestas da cortina. A casa ainda estava silenciosa, o tipo de silêncio que só os lugares seguros carregam. Por um instante, esqueceu do peso do passado, das dúvidas, dos nós que ainda precisavam ser desfeitos. Era como se o tempo estivesse suspenso ali — entre ela, Lucas e o que ainda poderia vir.
Desceu as escadas devagar, ainda descalça, os dedos buscando o chão de madeira fria como se quisessem confirmar que aquilo era