O silêncio daquela manhã em Asheville era diferente. Não era vazio nem pesado — tinha um peso novo, carregado de possibilidades e, sobretudo, de verdades que ainda precisavam ser ditas. Evelyn acordou com uma sensação estranha no peito, como se algo importante estivesse prestes a acontecer, um nó apertado entre esperança e medo.
Lucas já estava na cozinha, preparando café, seu perfil recortado pela luz suave que entrava pela janela. O movimento tranquilo e quase automático dele parecia revelar