A madrugada havia caído pesada sobre Osaka. A cidade, que geralmente vibrava mesmo à noite, parecia suspensa num silêncio quase sobrenatural. Lá fora, o vento assobiava entre os prédios altos, e as luzes distantes piscavam como faróis para quem estivesse acordado demais.
No quarto 1407, Kaito estava completamente desperto.
Ele estava sentado na cama, os lençóis embolados ao redor das pernas, o cabelo bagunçado e o peito subindo e descendo devagar — uma tentativa falha de controlar a própria res