Marina voltou a si ao ouvir a voz de Kaito chamá-la, desta vez mais firme, cortando a névoa que parecia envolver seus pensamentos.
Ela piscou algumas vezes, como quem emerge de um lugar distante, e virou o rosto lentamente para encará-lo. Kaito estava sério, apoiado de lado na cama, o lençol baixo demais para esconder a nudez que ainda compartilhavam, entrelaçados pelo calor recente de seus corpos.
— Aconteceu alguma coisa? — ele perguntou. — Eu te chamei várias vezes e você não respondeu.
Mari