Permaneci imóvel enquanto observava Magnus se aproximar dos cães. Para minha surpresa, ele ajoelhou-se diante deles, o seu impecável terno preto contrastando fortemente com o verde vibrante do jardim. As suas mãos, as mesmas que haviam segurado o meu pescoço na noite anterior, agora acariciavam ternamente a cabeça daqueles animais monstruosos. Ele sussurrou palavras que não consegui decifrar, mas pela forma como os cães reagiram, baixando a cabeça em submissão, pareciam venerá-lo.
Ele olhou par