Ele deslizou o dorso da mão pelo meu braço, acariciando-o com uma delicadeza que contrastava fortemente com a aspereza das suas palavras.
— Gosto de você assim, Verena. Ele continuou, como quem elogia um animal de estimação por aprender um truque novo. — Dócil. Continue assim e tudo ficará bem.
Eu tremia, mas já não sabia se era pelo prazer que acabei de sentir ou pela raiva que crescia dentro de mim como uma tempestade. Queria chutá-lo nas bolas, queria apagar aquele sorriso arrogante do seu r